terça-feira, março 04, 2008

Conversas de café

... Não arranjava namorada porque andava a pé. Comprou uma bicicleta, passava por elas e nem as via...

Ler jornais é saber mais?


O PÚBLICO anuncia na edição de hoje que Pacheco Pereira (PP) irá ser director do jornal por um dia. Não espero grandes mudanças. Bem vistas as coisas, PP é o que de mais parecido ao José Manuel Fernandes se pode encontrar em Portugal.
Pior que sarna...

Com tantos (?) clubes decentes (estou a falar do Vitória...) tinha logo que nos sair o Sporting outra vez. Parece sarna. Pior que sarna. Está bem. Confesso. Eliminar os lagartos em Alvalade ainda vai dando um certo gozo...

segunda-feira, março 03, 2008

Conversa entre benfiquistas antes do jogo começar

- Tens fé?
- Fé tenho, mas não acredito...

domingo, março 02, 2008


Ler Jornais é saber mais?...


Tem dias. Hoje, por exemplo, não. À excepção do JN, todos os outros jornais de expressão nacional, ignoram «democraticamente», nas chamadas à capa, a manifestação que o PCP organizou, ontem, em Lisboa.
Fosse eu leitor do DN e andasse distraído, até podia ser levado a pensar que tinha sido o Bloco de Esquerda a organizar o protesto, tal o destaque que dão ao Francisco Louçã. Critérios editoriais, dirão. Pois, digo eu...



Não temos o Rei, mas temos o Príncipe...



sábado, março 01, 2008

A Moagem (ou o café do Garrafão) é tida por muitos em Avis, como a Casa dos Sportinguistas na vila. Mas é só aparência. Apesar de serem muitos os «lagartos» que frequentam o estabelecimento, sempre que se contam as espingardas os benfiquistas dão cabazada.
Na última jornada da taça UEFA, houve mosquitos por cordas já que os dois emblemas jogavam à mesma hora e só existe um televisor no café. A escolha acabou por privilegiar os sportinguistas o que levou alguns «lampiões» menos tolerantes a abandonar o estabelecimento.
Amanhã, dia de Sporting-Benfica, esse problema não se colocará. No entanto, haverá outro, quem sabe até mais difícil de resolver: a colocação das claques (quem vê o jogo sentado e quem fica de pé ao balcão...).
Aconselha-se os potenciais espectadores a irem cedo para o estádio (quer dizer café...) e não levarem very-ligths. Como o jogo é de alto risco e de prever engarrafamentos (refiro-me aos de cerveja e tinto).
Os adeptos do clube vencedor ficarão dispensados de pagar a despesa... (esta é mentira, foi só para assustar o Ricardo).
Que vença o melhor, que como toda a gente sabe é o Benfica.

O Raposo era aquele tipo de homem que já não se fazem. Foi professor, mas distinguiu-se, acima de tudo, como presidente da Câmara de Aljustrel. Quando exerceu as funções de director do Diário do Alentejo, tive a sorte de o conhecer e com ele privar em algumas ocasiões.

Sentado à mesa, rodeado de amigos e petiscos, era um desfilar de estórias que nunca mais acabavam.

Certa vez confessou que só não deixava de fumar porque não queria correr o risco de «passar por parvo», caso, no futuro, se viesse a descobrir que o tabaco (como tantas outras coisas) afinal, fazia bem à saúde.

Achei que ele tinha toda a razão e, também eu, abracei a causa de não «passar por parvo». Mas a coisa está a ficar difícil. Agora, só de uma vezada, forma 30 cêntimos de aumento. Qualquer dia, um maço de SG Filtro, custa tanto como um bom bife de lombo e, até ver, ainda está por provar que o cigarrito faz bem ao físico.

Se calhar vou ter de fazer uma inflexão na minha luta e passar a fumar tabaco de enrrolar...

sexta-feira, fevereiro 29, 2008

Aniversários

Há 20 anos morreu a «telefonia» e nasceu a «rádio». E a rádio, neste caso, é a TSF. Sempre em cima do acontecimento, com notícias de meia em meia hora, tem sido, para mim, a companhia de inúmeras viagens. Primeiro nas intermináveis filas da auto-estrada; agora nas deslocações mais ou menos longas a que não se pode fugir.

Começou pirata, esteve no centro de estórias de faca e alguidar (quem não se lembra do assalto do Rangel com um black&deker...), mas afirmou-se no panorama da rádio portuguesa e mudou (e obrigou os outros a mudar) o paradigma até aí instalado.

Pelo que foi, pelo que é e, certamente, pelo que será merece parabéns.

.........

Daqui a dois dias é a vez do PÚBLICO comemorar 18 anos. Com a edição de 2 de Março será distribuido a réplica do jornal com a data de 1 de Janeiro de 2000. Ou seja, uma edição que apesar de feita e impressa, não chegou a ser distribuida.
Por razões técnicas a data de nascimento do diário do grupo sonae foi adiada dois meses. Aqui o escriba fez parte da enorme equipa que deu vida a este projecto jornalístico que, tal como a TSF na rádio, mudou para sempre a imprensa escrita em Portugal.
A todos os camaradas que ainda lá se encontram envio um abraço fraterno, mas do que eu tenho saudades é da loucura saudável do Vicente Jorge Silva; do ar austero mas amigo do Jorge Wemans; da liberdade do Torcato; do talento do Adelino Gomes; da companhia da minha comadre Ivone; das birras da Cristina Sampaio...

até sempre camaradas

Elias, o sem abrigo (JN, 29 Fev. 08)

quinta-feira, fevereiro 28, 2008

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

Estatística

Quando se fala de números lembro-me sempre da estória em que o rico comeu duas galinhas e o pobre nenhuma, mas para a estatística, cada um comeu uma.

José Socrátes, está contente. Diz ele que «pela primeira vez, nos últimos 10 anos, temos mais alunos no ensino Básico e Secundário».

Aconselho o primeiro-ministro a ir procurar as razões para «esse sucesso», aos números do INE de há dez anos atrás. Talvez consiga perceber que nessa altura - apesar de tudo - nasceram mais bébes em Portugal. E, o mais provável, é eles andarem (ainda que a custo...) por aí.

terça-feira, fevereiro 26, 2008

segunda-feira, fevereiro 25, 2008

Matemática pura

- Então se o Sporting perdeu três pontos e o Benfica empatou, ganhamo-lhes dois pontos.
- ... Pois...

sábado, fevereiro 23, 2008

Vejam lá se descobrem quem é que hoje faz 10 anos...

Faz agora um ano (JN 24.fev.07) Elias, o sem abrigo já o tinha avisado...
Não Seremos Pais Incógnitos

Nao seremos pais incógnitos

Netos de filhos ignaros
Mas nestes livros avaros
Só moralizam os tolos
Quem tem farelos tem quintas
Diz o bom rei ao soldado
No tempo em que o rei Fernando
Passava por ser honrado
No tempo em que Dona Márcia
Filha de Mércia Condessa
Cantava Chácaras do tempo
Em que era madre abadessa
Também depunha o meirinho
Filho de D. Charlatao
Há que vidas os nao via
Mas sei de que filhos são

Zeca Afonso

sexta-feira, fevereiro 22, 2008