Já há um protocandidato à Câmara de Avis...
o próprio disse...
Se um dia me candidatar será o meu "mote" de campanha, até lá não posso divulgar as minhas armas secretas... ;)
12 de Março de 2008 21:25
sexta-feira, março 14, 2008
quinta-feira, março 13, 2008
Pronto, está bem, eu pago a aposta...
Apesar de não acreditar em tal coisa, apostei que o Glorioso passava a eliminatória contra o Getafe, Gefafe ou lá como se chama aquele clubito dos «espanhuelos».
Infelizmente, Camacho continuou a ter razão: os jogadores não se empenharam o suficiente para conseguirem mais do que um remate (?) ao poste.
No final do jogo, já com a farda número 1 (fato e gravata) vestida, Nuno Gomes explicou que o plantel «não estava bem fisicamente».
Não me digas! A malta ainda não tinha percebido...
Apesar de não acreditar em tal coisa, apostei que o Glorioso passava a eliminatória contra o Getafe, Gefafe ou lá como se chama aquele clubito dos «espanhuelos».
Infelizmente, Camacho continuou a ter razão: os jogadores não se empenharam o suficiente para conseguirem mais do que um remate (?) ao poste.
No final do jogo, já com a farda número 1 (fato e gravata) vestida, Nuno Gomes explicou que o plantel «não estava bem fisicamente».
Não me digas! A malta ainda não tinha percebido...
terça-feira, março 11, 2008
Uma papoila
Há já algumas semanas que giestas, azedas e mimosas estão em flor no Alentejo. A D. olhava a planície verde-amarela e dizia: «A falta que faz uma papoila».
Post roubado ao meu amigo Bandeira
Há já algumas semanas que giestas, azedas e mimosas estão em flor no Alentejo. A D. olhava a planície verde-amarela e dizia: «A falta que faz uma papoila».
Post roubado ao meu amigo Bandeira
segunda-feira, março 10, 2008
sexta-feira, março 07, 2008
quinta-feira, março 06, 2008
Uma do baú para descontrair
Ora então, caros ouvintes, bem vindos ao programa «Gente Ordinária» do «Rádio Clube Lá Vai Alho de Cima», um formato que a malta ouviu na CBS – com o nome Ordinary People – e como gostou muito fizemos igualinho...
Hoje, em pleno campo, à beira da auto-estrada A55, temos connosco o mestre Cachaporra Bolota com quem vamos trocar algumas palavras.
(separador)
- Boa noite, mestre Cachaporra...
- Boa noite.
- Olhe...
- Olhe não! Ouça. Qu’eu saiba estas lérias são para um programa de rádio...
- Tem muita razão. Ouça..
- Já ouvi, porra!... Afinal o que é que vocemecê me quer?
- Bem... só o queria entrevistar...
- (O homem não anda bom...) Mas não me disse que isto é para a telefonia?! Quanto muito vocemecê quer-me entrouvistar...
- Também está bem visto...
- E ele a dar-lhe!... Na rádio não se vê nada. Para se ver qualquer coisa, mesmo com chuva, tem de ser na televisão...
- Pronto, tem razão, ok, já percebi... Comecemos então: Mestre Cachaporra, qual é a sua profissão?
- Sou pastor.
- E... pasta o quê?
- ... (Eu não disse que homem não anda bom. Está mesmo a pedi-las) Pastor, está entendendo?! Sacerdote, padre, ministro de Deus. Pastor...
- Aaaaaaaaaaaaahhhhhhhhh.... E de que Igreja?
- Da IVTFC
- IVTFC?!!!!!!!
- Sim. «Igreja do Vai Tudo à Frente do Cajado».
- O nome é bem curioso... Tem muitos seguidores?
- Quer-se dizer... o rebanhito não é nada mau... Mas dão muito trabalho. É preciso andar sempre de olho em cima deles. Mal nos descuidamos fazem logo merda.
- Merda?!!!!
- Sim! Merda, có-có, estrume... E depois, as estradas ficam cheias de bosta. Temos de concordar que dá mau aspecto para quem passa de carro... Alguns, mais impliquentos, até me acenam com’a dizer: «Então não tinhas outro sítio para ir fazer as necessidades?...»É claro que eu fico em broa e puxo logo do cajado para dar o justo correctivo ao rebanho, mas o mal já ficou feito...
- Depreendo daí que na sua igreja, fazer as necessidades é pecado...
- Não! Pecado, pecado não é, mas têm de o fazer no sítio certo: no campo, atrás do chaparro, no curral ou, vá lá, na Assembleia da República...
- Na Assembleia da República?!!!!
- Pois... Quer dizer, aí não tenho bem a certeza, mas como estou farto de ouvir dizer que aquilo é quase tudo uma cambada de carneiros, calculo que sim...
- Mas não são carneiros de verdade. É só em sentido figurado...
- Isso já não sei. Se têm de fazer o serviço em sentido, ou se é só figurado é lá com eles... Do meu rebanho sei eu: só cagam onde eu quero!
- E quantas cabeças são?
- Eu sei lá, são tantas...
- Tantas?! Essa é boa... Não me diga que o senhor não sabe contar... (com ar de gozo)
- Sei sim senhor! Sei contar até miles...
- Até miles!!!!! o que é que isso quer dizer?!!!!
- Ou te metes a miles, ou ainda levas com o cajado...
Ora então, caros ouvintes, bem vindos ao programa «Gente Ordinária» do «Rádio Clube Lá Vai Alho de Cima», um formato que a malta ouviu na CBS – com o nome Ordinary People – e como gostou muito fizemos igualinho...
Hoje, em pleno campo, à beira da auto-estrada A55, temos connosco o mestre Cachaporra Bolota com quem vamos trocar algumas palavras.
(separador)
- Boa noite, mestre Cachaporra...
- Boa noite.
- Olhe...
- Olhe não! Ouça. Qu’eu saiba estas lérias são para um programa de rádio...
- Tem muita razão. Ouça..
- Já ouvi, porra!... Afinal o que é que vocemecê me quer?
- Bem... só o queria entrevistar...
- (O homem não anda bom...) Mas não me disse que isto é para a telefonia?! Quanto muito vocemecê quer-me entrouvistar...
- Também está bem visto...
- E ele a dar-lhe!... Na rádio não se vê nada. Para se ver qualquer coisa, mesmo com chuva, tem de ser na televisão...
- Pronto, tem razão, ok, já percebi... Comecemos então: Mestre Cachaporra, qual é a sua profissão?
- Sou pastor.
- E... pasta o quê?
- ... (Eu não disse que homem não anda bom. Está mesmo a pedi-las) Pastor, está entendendo?! Sacerdote, padre, ministro de Deus. Pastor...
- Aaaaaaaaaaaaahhhhhhhhh.... E de que Igreja?
- Da IVTFC
- IVTFC?!!!!!!!
- Sim. «Igreja do Vai Tudo à Frente do Cajado».
- O nome é bem curioso... Tem muitos seguidores?
- Quer-se dizer... o rebanhito não é nada mau... Mas dão muito trabalho. É preciso andar sempre de olho em cima deles. Mal nos descuidamos fazem logo merda.
- Merda?!!!!
- Sim! Merda, có-có, estrume... E depois, as estradas ficam cheias de bosta. Temos de concordar que dá mau aspecto para quem passa de carro... Alguns, mais impliquentos, até me acenam com’a dizer: «Então não tinhas outro sítio para ir fazer as necessidades?...»É claro que eu fico em broa e puxo logo do cajado para dar o justo correctivo ao rebanho, mas o mal já ficou feito...
- Depreendo daí que na sua igreja, fazer as necessidades é pecado...
- Não! Pecado, pecado não é, mas têm de o fazer no sítio certo: no campo, atrás do chaparro, no curral ou, vá lá, na Assembleia da República...
- Na Assembleia da República?!!!!
- Pois... Quer dizer, aí não tenho bem a certeza, mas como estou farto de ouvir dizer que aquilo é quase tudo uma cambada de carneiros, calculo que sim...
- Mas não são carneiros de verdade. É só em sentido figurado...
- Isso já não sei. Se têm de fazer o serviço em sentido, ou se é só figurado é lá com eles... Do meu rebanho sei eu: só cagam onde eu quero!
- E quantas cabeças são?
- Eu sei lá, são tantas...
- Tantas?! Essa é boa... Não me diga que o senhor não sabe contar... (com ar de gozo)
- Sei sim senhor! Sei contar até miles...
- Até miles!!!!! o que é que isso quer dizer?!!!!
- Ou te metes a miles, ou ainda levas com o cajado...
terça-feira, março 04, 2008
segunda-feira, março 03, 2008
domingo, março 02, 2008

Ler Jornais é saber mais?...
Tem dias. Hoje, por exemplo, não. À excepção do JN, todos os outros jornais de expressão nacional, ignoram «democraticamente», nas chamadas à capa, a manifestação que o PCP organizou, ontem, em Lisboa.
Fosse eu leitor do DN e andasse distraído, até podia ser levado a pensar que tinha sido o Bloco de Esquerda a organizar o protesto, tal o destaque que dão ao Francisco Louçã. Critérios editoriais, dirão. Pois, digo eu...
sábado, março 01, 2008
A Moagem (ou o café do Garrafão) é tida por muitos em Avis, como a Casa dos Sportinguistas na vila. Mas é só aparência. Apesar de serem muitos os «lagartos» que frequentam o estabelecimento, sempre que se contam as espingardas os benfiquistas dão cabazada.
Na última jornada da taça UEFA, houve mosquitos por cordas já que os dois emblemas jogavam à mesma hora e só existe um televisor no café. A escolha acabou por privilegiar os sportinguistas o que levou alguns «lampiões» menos tolerantes a abandonar o estabelecimento.
Amanhã, dia de Sporting-Benfica, esse problema não se colocará. No entanto, haverá outro, quem sabe até mais difícil de resolver: a colocação das claques (quem vê o jogo sentado e quem fica de pé ao balcão...).
Aconselha-se os potenciais espectadores a irem cedo para o estádio (quer dizer café...) e não levarem very-ligths. Como o jogo é de alto risco e de prever engarrafamentos (refiro-me aos de cerveja e tinto).
Os adeptos do clube vencedor ficarão dispensados de pagar a despesa... (esta é mentira, foi só para assustar o Ricardo).
Que vença o melhor, que como toda a gente sabe é o Benfica.
Na última jornada da taça UEFA, houve mosquitos por cordas já que os dois emblemas jogavam à mesma hora e só existe um televisor no café. A escolha acabou por privilegiar os sportinguistas o que levou alguns «lampiões» menos tolerantes a abandonar o estabelecimento.
Amanhã, dia de Sporting-Benfica, esse problema não se colocará. No entanto, haverá outro, quem sabe até mais difícil de resolver: a colocação das claques (quem vê o jogo sentado e quem fica de pé ao balcão...).
Aconselha-se os potenciais espectadores a irem cedo para o estádio (quer dizer café...) e não levarem very-ligths. Como o jogo é de alto risco e de prever engarrafamentos (refiro-me aos de cerveja e tinto).
Os adeptos do clube vencedor ficarão dispensados de pagar a despesa... (esta é mentira, foi só para assustar o Ricardo).
Que vença o melhor, que como toda a gente sabe é o Benfica.

O Raposo era aquele tipo de homem que já não se fazem. Foi professor, mas distinguiu-se, acima de tudo, como presidente da Câmara de Aljustrel. Quando exerceu as funções de director do Diário do Alentejo, tive a sorte de o conhecer e com ele privar em algumas ocasiões.
Sentado à mesa, rodeado de amigos e petiscos, era um desfilar de estórias que nunca mais acabavam.
Certa vez confessou que só não deixava de fumar porque não queria correr o risco de «passar por parvo», caso, no futuro, se viesse a descobrir que o tabaco (como tantas outras coisas) afinal, fazia bem à saúde.
Achei que ele tinha toda a razão e, também eu, abracei a causa de não «passar por parvo». Mas a coisa está a ficar difícil. Agora, só de uma vezada, forma 30 cêntimos de aumento. Qualquer dia, um maço de SG Filtro, custa tanto como um bom bife de lombo e, até ver, ainda está por provar que o cigarrito faz bem ao físico.
Se calhar vou ter de fazer uma inflexão na minha luta e passar a fumar tabaco de enrrolar...
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