quinta-feira, abril 17, 2008

Sporting, 5 - Benfica, 3

A todos aqueles que me telefonaram, enviaram sms e mails, as operadoras de comunicações a operar no mercado agradecem. Eu, nem por isso...

sábado, abril 12, 2008

Mais uma vez deixei passar o prazo... para o ano há mais


Quem me diz o qu’ é preciso?
Quem m’afaga o meu penar?
Quem me mostra o Paraíso?
Quem me ajuda a acreditar?
E ainda há quem diga que os benfiquistas não gostam dos sportinguistas...

quarta-feira, abril 09, 2008

sexta-feira, abril 04, 2008

Tristezas não pagam dívidas...

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Já nem com a família se pode contar.

Os meus dois primos (este e este) andam a falhar um bocado. Vamos lá a dar ao dedo. Isto de ganhar fama e deitarem-se à sombra da bananeira tem de acabar...

Coisas que não têm preço (1)


Todos nós temos coisas que não têm preço - e não me refiro a pessoas ou sentimentos. Um quadro, um boneco, um livro, um disco, sei lá eu...

No que me diz respeito, tenho várias. A começar pela «minha» colecção de elefantes, passando por um exemplar da primeira edição do policial «A Mão Esquerda do Diabo» de Dennis McShade (pseudónimo de Diniz Machado) e acabando neste disco, agora autografado pelo Fausto.

Foi o primeiro LP que comprei (nos princípios de 70) apenas porque tinha uma canção que na altura passava na rádio e da qual eu gostava particularmente: Ó Pastor que Choras.

Três décadas depois, num almoço «arranjado» por amigo comum, pedi ao autor para o autografar. Se, até agora, este disco era uma das «coisas» que nunca deixava para trás, agora não tem preço.

Lanço o repto, aos leitores de O Maranhão, para partilharem connosco, as suas coisas «sem preço». O mail está lá em cima: maranhao@iol.pt

terça-feira, abril 01, 2008



Ler Jornais é saber mais?


Hoje, todo o cuidado é pouco...


Para a mentira ser segura
E atingir profundidade
Tem de trazer à mistura
Qualquer coisa de verdade


António Aleixo, in Este Livro Que Vos Deixo

sábado, março 29, 2008

Blogagem

Os blogs são espaços individuais de reflexão. Mas não são todos iguais. Existem uns mais iguais que os outros...

Por exemplo: o maranhão pertence à família do desabafos e do castelo. São blogs que embora não sendo assinados pelos nomes verdadeiros dos seus «donos», na generalidade, os leitores sabem quem eles são, quer por «sinais» que vão deixando voluntariamente transparecer nos posts, quer por, em uma ou outra ocasião, terem assumido a sua autoria.

Depois existem outros que, ao contrário destes, tudo fazem para permanecer no anonimato mais profundo. E, vivendo nós em liberdade, têm todo o direito de o fazer. No entanto, é também o facto de vivermos em liberdade, e sem nada a temer por expressar as nossas opiniões, que nos permite perguntar que tipo de motivação, medo ou seja lá o que for, leva um indivíduo a optar por não dar a cara.

Por norma estes blogs têm caixa de comentários onde os «comentadores» de serviço puxam a brasa à sua sardinha. Anonimamente, quase sempre.

O maranhão, tem todo o gosto em receber correspondência dos seus leitores, mas via mail.Não para fazer censura, mas para aquilatar da oportunidade e civilidade do texto a publicar. É que como disse ao princípio, os blogs são a casa de cada um, e cada um manda na sua casa.

Aqui fica a minha morada: maranhao@iol.pt

sexta-feira, março 28, 2008

Desertificação

Avisa-nos o Desabafos que as Finanças correm o risco de fechar.

Lembra-nos o Do Castelo que o Retiro da Ponte está «a cair aos bocados».

Preocupa-se o Tudo e mais alguma coisa com o fecho do Água Doce.

Para mim, todas estas notícias são faces da mesma moeda. Não partilho de todo a opinião de Sarsfield Cabral que, há dias no Público, se vergava à inevitabilidade do êxodo das populações do inteiror para o litoral.

Cada um fala por si. Que ele não consiga, ou não queira, descobrir uma solução para o problema, é uma coisa; Eu, na minha modesta opinião, acho que não se deve deitar a toalha ao chão.

Estou até convencido que é de todo o interesse nacional, não só criar as condições para que as populações se mantenham no interior, mas também «aliciar» cada vez mais gente para trocar a «grande cidade» pelo «campo».

Com mais gente a viver nos pequenos centros urbanos, vários problemas seriam só por isso resolvidos.

A História está cheia de exemplos de povoamentos e repovoamentos de determinados espaços geográficos. A presença humana é condição sine qua non para que haja desenvolvimento.

Há que ter imaginação – a começar pelo Poder Local – e oferecer as «motivações» adequadas aos tempos que correm.

Por mim (agora que as necessidades básicas das populações ao nível da distribuição de água, saneamento, caminhos, etc... estão generalizados) votaria de bom grado numa lista que apresentasse como um dos principais pontos do seu programa, propostas com vista ao «repovoamento» do território.










Ler jornais é saber mais?


Às vezes é. E desta vez (Outubro de 2006) aponte teve razão antes de tempo. Há ano e meio o céu apresentava-se muito «nublado», segundo palavras de um membro da Comissão de Trabalhadores da Delphi. Infelizmente, o tempo não apresentou melhorias.

A mesma notícia dizia ainda: «aponte soube junto de fontes da empresa [Lactogal] que a data provável para o encerramento da unidade fabril será durante o ano de 2009». Não actredito, mas espero que, neste caso, a notícia esteja errada.

Fica, portanto, provado - tal como diz o «nosso» primeiro-ministro - que o «número líquido» de empregos não pára de aumentar em Portugal. É uma pena Avis e Ponte de Sor, ficarem noutro país. O país real.

quinta-feira, março 27, 2008

Património degradado

Neste blog cá do burgo existe uma saudável (nem sempre...) discussão acerca do estado do património edificado na vila de Avis.

Se atendermos apenas ao Centro Histórico - e convenhamos que não seria nada mau - constatamos que se o Estado, o Patriarcado e os Lopes cuidassem daquilo que é deles o panorama seria completamente diferente. Para melhor.

Ora, qualquer um destes três proprietários referidos, têm certamente mais dinheiro que 90 por cento da população da freguesia junta. Não seria de mau tom que assumissem as suas responsabilidades sociais e tratassem de recuperar aquilo que sendo seu, pertence a todos.

Mas como já não acredito no Pai Natal, resta-me esperar sentado (ao computador) e dizer aos nossos governantes (quando falam da desertificação do interior) à Igreja (quando diz que se preocupa com os mais desfavorecidos) e aos Lopes (que não dizem nada, mas deviam dizer) que para todos haverá o «tal dia» do juízo final.

Talvez não seja é onde eles pensam que é...






















O Elias de hoje (27 Mar 08) no JN. R. Reimão / Aníbal F.






Pois é...


se fossem realmente bons, se calhar, estavam na selecção brasileira. Como provavelmente o não são, jogam na portuguesa só para nos entalar. Os dois golos gregos nasceram de duas faltas (desnecessárias) produzidas por Pepe e Bruno Alves e, como se não bastasse, na baliza - a orientar a barreira e a tentar «não» se fazer à bola - estava essa brilhante invenção do Scolari que dá pelo nome de Ricardo...

Só para chatear, os três golos do desafio, cheiraram a Benfica, só para calar o António Tadeia (lagarto até mais não poder...) que passou o jogo todo a querer substituir o Nuno Gomes. Azar!

Agora é só fazer as contas: se apenas com um jogador do Glorioso a selecção fez um golo, imaginem o que seria se lá houvessem mais.

Ah! e se com «uma espécie de guarda-redes» sofremos dois, se lá estivesse o Quim, outro galo cantaria...

terça-feira, março 25, 2008
















Tira da gaveta












Penso LOGO existe (5)

O redesign está para as empresas, como o lifting para o corpo humano. De vez em quando é preciso refrescar a imagem. Aqui fica um exemplo de uma instituição sexagenária de Benavila.