Músicas da minha vida (4)
E os «dinossauros» do rock que, infelizmente, vieram a Portugal quando já não eram vivos também tem lugar nos meus «dez+». Satisfação...
quarta-feira, julho 16, 2008
Músicas da minha vida (3)
Os Beatles são uma referência incontornável para a gente da minha geração. A dificuldade está na escolha. Seleccionei esta pelo facto de ser - como está anunciado - um filme raro, mas podia ser uma outra qualquer...
Os Beatles são uma referência incontornável para a gente da minha geração. A dificuldade está na escolha. Seleccionei esta pelo facto de ser - como está anunciado - um filme raro, mas podia ser uma outra qualquer...
terça-feira, julho 15, 2008
Músicas da minha vida (2)
Os «Shadows» são (infelizmente para os que de vez em quando me têm de gramar...) o conjunto em que eu me «inspirei» para «aprender» a tocar guitarra. Era a banda que, para além de uma carreira a solo, ficou conhecida por acompanhar o Clif Richard, presença assídua nos festivais da Eurovisão, local onde os ditos cujos «sombras» também actuaram em representação da Grã-bretanha.
Tocaram em Portugal por várias vezes durante os anos 60, e Apache e Dance On são dois dos seus temas mais conhecidos. O que talvez muita gente não saiba é que numa das suas visitas a solo luso, atravessaram o Tejo e compuseram e gravaram um tema intitulado Alentejo, aqui tocado por uma banda de tributo.
Os «Shadows» são (infelizmente para os que de vez em quando me têm de gramar...) o conjunto em que eu me «inspirei» para «aprender» a tocar guitarra. Era a banda que, para além de uma carreira a solo, ficou conhecida por acompanhar o Clif Richard, presença assídua nos festivais da Eurovisão, local onde os ditos cujos «sombras» também actuaram em representação da Grã-bretanha.
Tocaram em Portugal por várias vezes durante os anos 60, e Apache e Dance On são dois dos seus temas mais conhecidos. O que talvez muita gente não saiba é que numa das suas visitas a solo luso, atravessaram o Tejo e compuseram e gravaram um tema intitulado Alentejo, aqui tocado por uma banda de tributo.
Músicas da minha vida (1)
A TSF, o RCP e a Antena 1 (com grande originalidade) têm uma rúbrica em que perguntam a várias «personalidades» quais são as canções das suas vidas. Eu sei que ninguém me perguntou nada, mas, assim como assim, nos próximos dias vou postar aqui algumas das canções da minha vida.
E começo por uma canção do Fausto que fazia parte do primeiro LP (long Play) que comprei:
Ó Partor que choras
A TSF, o RCP e a Antena 1 (com grande originalidade) têm uma rúbrica em que perguntam a várias «personalidades» quais são as canções das suas vidas. Eu sei que ninguém me perguntou nada, mas, assim como assim, nos próximos dias vou postar aqui algumas das canções da minha vida.
E começo por uma canção do Fausto que fazia parte do primeiro LP (long Play) que comprei:
Ó Partor que choras
quarta-feira, julho 09, 2008
Sinais
Há que olhar para os sinais.
Cavaco não viu o buzinão, e foi o que se viu...
Sócrates não viu os 100 mil professores, os 200 mil «comunistas», as «esperas» que lhe fazem todos os dias, e é o que se vai ver...
Logo, é importante olhar para os sinais.
*
Por exemplo: se um sinal é destruído, é preciso perceber porquê e por quem. Se foi um mero acto de vandalismo, não há outro caminho que não seja punir o «destruidor»; mas se essa atitude, revela uma insatisfação generalizada, há que, humildemente, reconhecer que não bastam uns cartazes a anunciar mudanças para que as pessoas se convençam da boa vontade das alterações.
Pessoalmente, percebo e concordo com a generalidade das alterações de trânsito dentro do Centro Histórico (o sinal proibido que impede a quem venha da Câmara o acesso até ao largo da Igreja não faz, na minha opinião, sentido...), mas, não basta apregoar uma «gestão participada».
Seria de bom tom que a vereação – mais do que os técnicos – explicassem aos moradores e utilizadores do Centro Histórico o motivo pelo qual se fizeram tais modificações.
É certo que, há tempos atrás, o plano de pormenor do Centro Histórico foi apresentado a «toda a população» no cine-teatro, mas, nestas situações não há nada como o porta-a-porta tão visto nas campanhas eleitorais...
Há que olhar para os sinais.
Cavaco não viu o buzinão, e foi o que se viu...
Sócrates não viu os 100 mil professores, os 200 mil «comunistas», as «esperas» que lhe fazem todos os dias, e é o que se vai ver...
Logo, é importante olhar para os sinais.
*
Por exemplo: se um sinal é destruído, é preciso perceber porquê e por quem. Se foi um mero acto de vandalismo, não há outro caminho que não seja punir o «destruidor»; mas se essa atitude, revela uma insatisfação generalizada, há que, humildemente, reconhecer que não bastam uns cartazes a anunciar mudanças para que as pessoas se convençam da boa vontade das alterações.
Pessoalmente, percebo e concordo com a generalidade das alterações de trânsito dentro do Centro Histórico (o sinal proibido que impede a quem venha da Câmara o acesso até ao largo da Igreja não faz, na minha opinião, sentido...), mas, não basta apregoar uma «gestão participada».
Seria de bom tom que a vereação – mais do que os técnicos – explicassem aos moradores e utilizadores do Centro Histórico o motivo pelo qual se fizeram tais modificações.
É certo que, há tempos atrás, o plano de pormenor do Centro Histórico foi apresentado a «toda a população» no cine-teatro, mas, nestas situações não há nada como o porta-a-porta tão visto nas campanhas eleitorais...
quinta-feira, junho 26, 2008
Como fazer pipocas com telemóveis
Vale a pena ver e pensar
http://sorisomail.com/email/1963/como-fazer-pipocas-com-telemoveis.html
Vale a pena ver e pensar
http://sorisomail.com/email/1963/como-fazer-pipocas-com-telemoveis.html
sábado, junho 21, 2008
sexta-feira, junho 20, 2008
Abertas as inscrições para o ano lectivo 2008/09
Na Escola Profissional Abreu Callado
A Escola Profissional Abreu Callado, de Benavila, concelho de Avis, informa que estão abertas as matrículas para o ano lectivo de 2008/09, dos cursos de Técnico de Informática de Gestão, Técnico de Turismo Ambiental e Rural e Animador Sociocultural.
Estes cursos profissionais de Nível III, destinam-se a jovens que tenham completado o 9º ano e conferem, ao fim de três anos, uma certificação profissional na área respectiva, equivalência ao 12º ano e a possibilidade de continuar a estudar no Ensino Superiror.
Quem estiver interessado em obter mais informações acerca dos cursos ou da escola pode consultar o site www.abreucallado.com.pt ou contactar o Gabinete Escolar de Apoio Profissional pelo número grátis 800 207 949.
Na Escola Profissional Abreu Callado
A Escola Profissional Abreu Callado, de Benavila, concelho de Avis, informa que estão abertas as matrículas para o ano lectivo de 2008/09, dos cursos de Técnico de Informática de Gestão, Técnico de Turismo Ambiental e Rural e Animador Sociocultural.
Estes cursos profissionais de Nível III, destinam-se a jovens que tenham completado o 9º ano e conferem, ao fim de três anos, uma certificação profissional na área respectiva, equivalência ao 12º ano e a possibilidade de continuar a estudar no Ensino Superiror.
Quem estiver interessado em obter mais informações acerca dos cursos ou da escola pode consultar o site www.abreucallado.com.pt ou contactar o Gabinete Escolar de Apoio Profissional pelo número grátis 800 207 949.
quinta-feira, junho 19, 2008
montedomel.blogspot.com
zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
seba bem vindo quem vier por bem.
zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
seba bem vindo quem vier por bem.
segunda-feira, junho 16, 2008
O Europeu
Eu sei que não é «politicamente correcto», mas o que é que querem... Esta semana tive duas grandes alegrias: a primeira foi o anúncio da contratação do Scolari pelo Chelsea; a segunda foi o resultado do Suiça/Portugal. Passo a explicar: os poucos leitores deste blog, certamente se lembrarão de algumas diatribes escritas aqui contra o «eu é que sou burro»! Pronto, estão mais que justificadas as minhas palavras. Só existem dois tipos de homens, os que não prestam e os que não prestam para nada. Scolari pertence sem dúvida à segunda categoria. Alguém que ganha 250 mil euros por mês pode-se dar ao luxo de recusar uma proposta de 750 mil. O mesmo não direi de um pobre trabalhador que ganhando 500 se despede para ir ganhar 1500, mas dispenso-me de explicar as razões - até para não chatear os leitores.
Quanto ao resultado, é a minha costela de Hooligan a falar mais alto: que eu me lembre, na última década, sempre que a selecção entrou em campo sem um jogador do Benfica, nunca saiu vitoriosa. Aconteceu, ontem, dia 15 de Junho, e manteve-se a tradição. É para aprenderem...
Eu sei que não é «politicamente correcto», mas o que é que querem... Esta semana tive duas grandes alegrias: a primeira foi o anúncio da contratação do Scolari pelo Chelsea; a segunda foi o resultado do Suiça/Portugal. Passo a explicar: os poucos leitores deste blog, certamente se lembrarão de algumas diatribes escritas aqui contra o «eu é que sou burro»! Pronto, estão mais que justificadas as minhas palavras. Só existem dois tipos de homens, os que não prestam e os que não prestam para nada. Scolari pertence sem dúvida à segunda categoria. Alguém que ganha 250 mil euros por mês pode-se dar ao luxo de recusar uma proposta de 750 mil. O mesmo não direi de um pobre trabalhador que ganhando 500 se despede para ir ganhar 1500, mas dispenso-me de explicar as razões - até para não chatear os leitores.
Quanto ao resultado, é a minha costela de Hooligan a falar mais alto: que eu me lembre, na última década, sempre que a selecção entrou em campo sem um jogador do Benfica, nunca saiu vitoriosa. Aconteceu, ontem, dia 15 de Junho, e manteve-se a tradição. É para aprenderem...
sábado, junho 07, 2008
Até os comemos...
Faltam poucas horas para começar o Europeu. Mesmo aqueles que nas últimas semanas não deixaram de pensar em coisas bem mais importantes do que o «chuto na bola», hoje, às 19:45 irão estar de nariz colado à televisão. É o meu caso.
Espero que Portugal ganhe e, se possível, traga o «caneco» para casa. As várias gerações de bons futebolistas nacionais merecem uma grande vitória. É que, caso a consigam, o mérito não será apenas destes 23 jogadores, mas também de outros - de Eusébio a Figo, passando por Humberto Coelho e Carlos Manuel, Fernando Gomes e Rui Costa, só para citar alguns - que nunca tendo vencido uma grande prova internacional foram o início de tudo e inspiraram estes que lá estão agora.
Mas espero que findo o Europeu, seja qual for o resultado, olhemos para o país com olhos de ver e hajamos em conformidade. Há que pôr ordem nisto e o Governo cada vez demonstra menos capacidade para o conseguir. Depois do campeonato, é tempo de dizer: até os comemos...
Faltam poucas horas para começar o Europeu. Mesmo aqueles que nas últimas semanas não deixaram de pensar em coisas bem mais importantes do que o «chuto na bola», hoje, às 19:45 irão estar de nariz colado à televisão. É o meu caso.
Espero que Portugal ganhe e, se possível, traga o «caneco» para casa. As várias gerações de bons futebolistas nacionais merecem uma grande vitória. É que, caso a consigam, o mérito não será apenas destes 23 jogadores, mas também de outros - de Eusébio a Figo, passando por Humberto Coelho e Carlos Manuel, Fernando Gomes e Rui Costa, só para citar alguns - que nunca tendo vencido uma grande prova internacional foram o início de tudo e inspiraram estes que lá estão agora.
Mas espero que findo o Europeu, seja qual for o resultado, olhemos para o país com olhos de ver e hajamos em conformidade. Há que pôr ordem nisto e o Governo cada vez demonstra menos capacidade para o conseguir. Depois do campeonato, é tempo de dizer: até os comemos...
domingo, junho 01, 2008
Artur Teles Grilo
Não éramos íntimos, mas sentíamos por ele uma simpatia que ultrapassava o facto de ser pai, sogro e avô de amigos nossos. Ao longo do ano víamo-lo amiúde em festas, aniversários, à porta do José Joaquim à procura de qualquer coisa para bricolar ou, no Verão, nas várias as vezes que nos acolheu no seu «quintalão». Generoso, bem-disposto, sempre de bem com a vida e com os outros, partiu ontem, sabe-se lá para onde... E como cada um de nós é um pouco dos que connosco se cruzam nesta vida, um pouco de nós partiu também. Para a Rita, Quim, Ana, Isabel, Artur, Miguel e João, aquele abraço.
Não éramos íntimos, mas sentíamos por ele uma simpatia que ultrapassava o facto de ser pai, sogro e avô de amigos nossos. Ao longo do ano víamo-lo amiúde em festas, aniversários, à porta do José Joaquim à procura de qualquer coisa para bricolar ou, no Verão, nas várias as vezes que nos acolheu no seu «quintalão». Generoso, bem-disposto, sempre de bem com a vida e com os outros, partiu ontem, sabe-se lá para onde... E como cada um de nós é um pouco dos que connosco se cruzam nesta vida, um pouco de nós partiu também. Para a Rita, Quim, Ana, Isabel, Artur, Miguel e João, aquele abraço.
Os Avisenses
Na passada 5ª feira, pelas 21:30, realizou-se a Assembleia Geral d' «A Bola». Apenas 15 sócios estiveram presentes, e os corpos sociais foram - pode-se dizer - «reconduzidos» com um voto em branco e um nulo.
As coisas não estão famosas. Apesar de no último ano o clube ter mantido em actividade o Voleibol e o Futsal (só com atletas da terra e sem qualquer remuneração), assim como atletismo e pesca, há quem tenha saudades do futebol e não perceba porque é que ele não existe.
Eu que sou novo por cá, de uma coisa sei: o clube está assim por causa do que aconteceu no futebol!
As ajudas camarárias «prometidas» para a nova época são quase à conta para pagar as despesas fixas. Ou seja, neste momento, até o voleibol e o futsal estão seriamente comprometidos por falta de verbas para incrições e seguros obrigatórios.
A culpa, em primeira análise, é dos sócios que há muito se divorciaram do clube, mas uma marca com mais de 60 anos, que faz parte da memória colectiva da vila e do concelho, deveria suscitar mais interesse (para não utilizar outra palavra...) de quem está à frente dos destinos desta comunidade.
Se o Clube Futebol «Os Avisenses» fechasse as portas, não seria caso único no panorama associativo nacional, mas seria, certamente, muito lamentável...
Na passada 5ª feira, pelas 21:30, realizou-se a Assembleia Geral d' «A Bola». Apenas 15 sócios estiveram presentes, e os corpos sociais foram - pode-se dizer - «reconduzidos» com um voto em branco e um nulo.
As coisas não estão famosas. Apesar de no último ano o clube ter mantido em actividade o Voleibol e o Futsal (só com atletas da terra e sem qualquer remuneração), assim como atletismo e pesca, há quem tenha saudades do futebol e não perceba porque é que ele não existe.
Eu que sou novo por cá, de uma coisa sei: o clube está assim por causa do que aconteceu no futebol!
As ajudas camarárias «prometidas» para a nova época são quase à conta para pagar as despesas fixas. Ou seja, neste momento, até o voleibol e o futsal estão seriamente comprometidos por falta de verbas para incrições e seguros obrigatórios.
A culpa, em primeira análise, é dos sócios que há muito se divorciaram do clube, mas uma marca com mais de 60 anos, que faz parte da memória colectiva da vila e do concelho, deveria suscitar mais interesse (para não utilizar outra palavra...) de quem está à frente dos destinos desta comunidade.
Se o Clube Futebol «Os Avisenses» fechasse as portas, não seria caso único no panorama associativo nacional, mas seria, certamente, muito lamentável...
O banqueiro e o anarquista
Não confundir com «O Banqueiro Anarquista» de Fernando Pessoa... O ex-banqueiro Paulo Teixeira Pinto escreveu, na edição de ontem da revista NS - distribuida com o DN e JN - «onde se escreveu "Morreu Torcato Sepúlveda" deveria antes ter-se dito que "nós perdemos Torcato Sepúlveda". Mas não a obra - e não só a escrita - que nos legou. Também enquanto responsável nesta publicação.»
Esteja lá onde estiver, o Torcato, deve estar a rir-se a bandeiras despregadas...
Não confundir com «O Banqueiro Anarquista» de Fernando Pessoa... O ex-banqueiro Paulo Teixeira Pinto escreveu, na edição de ontem da revista NS - distribuida com o DN e JN - «onde se escreveu "Morreu Torcato Sepúlveda" deveria antes ter-se dito que "nós perdemos Torcato Sepúlveda". Mas não a obra - e não só a escrita - que nos legou. Também enquanto responsável nesta publicação.»
Esteja lá onde estiver, o Torcato, deve estar a rir-se a bandeiras despregadas...
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