
sexta-feira, abril 25, 2008
quinta-feira, abril 24, 2008

Textos Alentejanos
Para Miguel Urbano Rodrigues, João Honrado é «o mais alentejano dos alentejanos». Para mim é apenas, e tão só, o João. Aqule que há cerca de 30 anos me telefonou de Beja para Lisboa e disse: «caga nesse gajo. Faz a mala e vem para baixo que, depois, eu trato disso»... O «gajo», no caso, é o autor do prefácio deste seu livro - Miguel Urbano Rodrigues à altura director de «o diário» - e a conversa tinha a ver com um desafio para trabalhar no Diário do Alentejo que acabaria por não aceitar. Infelizmente, esta minha decisão «atrasou» a minha vinda para o Alentejo cerca de 20 anos...
No entanto, o João, nunca me «cobrou» nada pela minha «cobardia adolescente». Antes pelo contrário, sempre que nos encontravamos falava-me como se essa questão nunca se tivesse posto.
Um dia, já em Avis, apareceu com vários originais para fazer um livro sobre Catarina Eufémia. À hora do almoço virou-se para mim e disse: «telefona aí ao Bartolomeu para irmos almoçar com ele». É certo que já sabia quem era «o Bartolomeu», mas nunca tinha falado com ele e muito menos tinha o seu número de telefone. Após alguns telefonemas, lá consegui o contacto do ex-presidente da Câmara e passados alguns minutos estavamos sentados à mesa, no Silvas, em Benavila. Já não se viam há uns anos, mas a conversa começou como se tivessem falado no dia anterior.
Ontem, em Beja, ofereceu-me o seu último livro. Recebi-o com agrado. Não que seja um escritor de alto gabarito, mas, acima de tudo, porque - mesmo sem ainda o ter lido - quase de certeza é uma obra que transpira Alentejo por todos os poros. E, nestes tempos de amnésia generalizada, é importante que não se perca uma certa memória de «Alentejo».
Quem o quiser adquirir pode fazê-lo enviando um pedido para jornal@alentejopopular.com .pt.
quinta-feira, abril 17, 2008
sábado, abril 12, 2008
sexta-feira, abril 04, 2008

Coisas que não têm preço (1)
Todos nós temos coisas que não têm preço - e não me refiro a pessoas ou sentimentos. Um quadro, um boneco, um livro, um disco, sei lá eu...
No que me diz respeito, tenho várias. A começar pela «minha» colecção de elefantes, passando por um exemplar da primeira edição do policial «A Mão Esquerda do Diabo» de Dennis McShade (pseudónimo de Diniz Machado) e acabando neste disco, agora autografado pelo Fausto.
Foi o primeiro LP que comprei (nos princípios de 70) apenas porque tinha uma canção que na altura passava na rádio e da qual eu gostava particularmente: Ó Pastor que Choras.
Três décadas depois, num almoço «arranjado» por amigo comum, pedi ao autor para o autografar. Se, até agora, este disco era uma das «coisas» que nunca deixava para trás, agora não tem preço.
Lanço o repto, aos leitores de O Maranhão, para partilharem connosco, as suas coisas «sem preço». O mail está lá em cima: maranhao@iol.pt
No que me diz respeito, tenho várias. A começar pela «minha» colecção de elefantes, passando por um exemplar da primeira edição do policial «A Mão Esquerda do Diabo» de Dennis McShade (pseudónimo de Diniz Machado) e acabando neste disco, agora autografado pelo Fausto.
Foi o primeiro LP que comprei (nos princípios de 70) apenas porque tinha uma canção que na altura passava na rádio e da qual eu gostava particularmente: Ó Pastor que Choras.
Três décadas depois, num almoço «arranjado» por amigo comum, pedi ao autor para o autografar. Se, até agora, este disco era uma das «coisas» que nunca deixava para trás, agora não tem preço.
Lanço o repto, aos leitores de O Maranhão, para partilharem connosco, as suas coisas «sem preço». O mail está lá em cima: maranhao@iol.pt
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