
Nossa Senhora Mãe dos Homens
Cumpriu-se, no dia certo, mais uma vez a tradição: um grupo de peregrinos deixou Avis cerca das seis da manhã, com destino à capela de Nossa Senhora Mãe dos Homens, onde chegou cerca de três horas depois.
A missa e a procissão completaram o programa litúrgico que, desde há muito, já é bem mais do que apenas isso.
Confesso (a «confissão» revela um resquício da minha formação cristã...) que esta, foi apenas a terceira vez que participei no evento - mais propriamente na segunda parte dele -, mas já deu para entender que este acontecimento, como muitos outros por esse Portugal fora, mais do que manifestações da fé cristã, são oportunidades, cada vez mais raras, de pessoas que fazem parte da mesma comunidade falarem entre si. E ainda bem...
No campo, com a capela à vista e o Maranhão a refrescar as ideias, os petiscos vão saltando de dentro das arcas e as mesas e cadeiras vão procurando as sombras. Depois do repasto, há quem estenda as mantas e durma a sesta prometida, e quem fique à conversa com os parceiros de jornada, e outros (como eu) que após se terem «saciado» com um fabuloso rolo de carne tenham abandonado, contrafeitos, o local...Mas, pelas 18:30, Nossa Senhora voltou a casa e, com ela, trouxe quem a levou, por um dia, à sua Capela. Os carros tocaram como se um casamento fosse e, por isso, vim à rua ver passar o cortejo.
Cumpriu-se, no dia certo, mais uma vez a tradição: um grupo de peregrinos deixou Avis cerca das seis da manhã, com destino à capela de Nossa Senhora Mãe dos Homens, onde chegou cerca de três horas depois.
A missa e a procissão completaram o programa litúrgico que, desde há muito, já é bem mais do que apenas isso.
Confesso (a «confissão» revela um resquício da minha formação cristã...) que esta, foi apenas a terceira vez que participei no evento - mais propriamente na segunda parte dele -, mas já deu para entender que este acontecimento, como muitos outros por esse Portugal fora, mais do que manifestações da fé cristã, são oportunidades, cada vez mais raras, de pessoas que fazem parte da mesma comunidade falarem entre si. E ainda bem...
No campo, com a capela à vista e o Maranhão a refrescar as ideias, os petiscos vão saltando de dentro das arcas e as mesas e cadeiras vão procurando as sombras. Depois do repasto, há quem estenda as mantas e durma a sesta prometida, e quem fique à conversa com os parceiros de jornada, e outros (como eu) que após se terem «saciado» com um fabuloso rolo de carne tenham abandonado, contrafeitos, o local...Mas, pelas 18:30, Nossa Senhora voltou a casa e, com ela, trouxe quem a levou, por um dia, à sua Capela. Os carros tocaram como se um casamento fosse e, por isso, vim à rua ver passar o cortejo.